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domingo, 26 de junho de 2011
Rio vai, rio vem.
Tanto sol, tanta gente, a brisa fria... Mas o tempo sempre passa tão depressa quando se está feliz. Encostada no teu peito, inspirando profundamente, apenas por sentir mais de seu cheiro, ouvindo-te comentar que sentes meu coração bater. Forte e rápido, acelerado como o de um ratinho assustado. Eu sei, eu sei... Minha única desculpa é que não posso controlá-lo. A verdade é que não posso controlar-me perto de você. E é confuso como, agora, sinto tamanho vazio dentro do peito ao lembrar-me desses detalhes. Queria poder acariciar a sua nuca e ver-te arrepiar, agora. Agora que sinto-me oca e só. Seu aroma me encheria o peito de felicidade, seus dedos pintariam-me um sorriso no rosto. E meu coração se apressaria, passaria sem pedir licença, tomaria conta de mim. Queria ter você aqui. Queria essa confusão gostosa dentro do peito agora, preenchendo o vácuo que se formou dentro de mim.
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